Sai Trump, entra Biden: o que esperar dos Estados Unidos nos próximos 4 anos?

Atualizado: Jul 13


“Build back better”. Esse foi o slogan que marcou a campanha de Joe Biden na corrida para a presidência dos Estados Unidos. Quatro anos após o fim do seu mandato como vice-presidente de Barack Obama, Biden enfrentou uma disputa difícil em 2020 contra o então presidente Donald Trump, mas conquistou o cargo com cerca de 57% dos votos do Colégio Eleitoral¹ e mais de 70 milhões de votos populares (novo recorde em campanhas eleitorais).


Diante de um país que sofre com as consequências econômicas de uma pandemia que já deixou mais de 600 mil mortos em todo o território nacional e com as tensões geradas por temas delicados que dividem a população, como imigração e racismo, Biden propõe planos de recuperação e diretrizes que vão na contramão das medidas do governo anterior. Com isso, ele acaba assumindo um risco de desaprovação da parcela republicana e de democratas mais centristas, mas buscando voltar com as boas relações com órgãos internacionais, como a ONU. Nesse cenário, cabe explorar os avanços após os primeiros 177 dias da Era Biden em seu objetivo de “reconstruir melhor” os Estados Unidos, bem como as ideias para as principais políticas e possíveis entraves que o novo presidente ainda pode vir a enfrentar em seu mandato.


Gastos e Propostas


A partir do momento em que assumiu a presidência, a primeira ação de Biden foi tomar providências para combater a pandemia do novo coronavírus e recuperar a economia norte-americana. Para isso, ele propôs o que chamou de “Plano de Resgate Americano”: um pacote de US$ 1,9 trilhão já aprovado, cuja verba foi direcionada para o combate direto à pandemia, sendo US$ 415 bilhões para a distribuição de vacinas, US$ 1 trilhão para o auxílio financeiro às famílias necessitadas e os US$ 440 bilhões restantes para pequenas empresas e comunidades que foram muito afetadas pela crise. Dessa forma, em pouco tempo, 65% da população adulta já recebeu a primeira dose da vacina, e quem perdeu seu emprego teve mais insumos para se sustentar nesse momento de vulnerabilidade.


Além deste primeiro pacote, Biden tem outros dois ainda pendentes de aprovação pelo Congresso, e que podem passar por alguma reavaliação de valor. Um deles, de US$ 2,3 trilhões, foca na infraestrutura, tecnologia e transição verde². Um dos objetivos de curto prazo desse pacote é ajudar na recuperação da pandemia por meio da criação de empregos em reformas de infraestrutura. Além disso, o governo promoveu o “Buy American”, prática que estimula, por meio de campanhas e propagandas, que os estadunidenses comprem sempre de produtores nacionais, passando a ser obrigatório para o governo e seus funcionários, a fim de estimular a indústria e de, certa forma, ser protecionista (apesar desse não ser o foco das propostas de Biden). No entanto, os planos para médio e longo prazo vão um pouco mais além, dado que se pretende investir em tecnologias de energia renovável e na proteção contra ameaças cibernéticas. Espera-se que, a partir desses investimentos, os Estados Unidos possam recuperar a larga vantagem tecnológica que antes mantinham sobre a China. A adoção do “Buy American” também tem como objetivo conseguir a simpatia dos trabalhadores especialmente no “Cinturão da Ferrugem”, área que contém partes de estados nos quais Trump venceu nas eleições de 4 anos atrás.


Já o terceiro pacote, de US$ 1,8 trilhão, busca melhorar a rede de proteção social³ dos Estados Unidos, bem como o sistema de saúde. O que Biden pretende fazer é retornar com o que ficou conhecido como “Obamacare”⁴, mas expandindo ainda mais a cobertura dos planos de saúde. Aos poucos, o novo governo norte-americano quer melhorar a posição do país nesse sentido, dado que os Estados Unidos, dentre os países desenvolvidos, é o que possui a rede de saúde pública mais precária. Apesar de ainda não estarem completamente aprovadas, essas medidas já revelam posturas diferentes do novo chefe de Estado em comparação com o ex-presidente Donald Trump, que adotava uma política bem mais conservadora.

Nesse sentido, Biden, vem caindo nas boas graças da nação que comanda, por mais que ainda exista uma parcela da população que questiona como todas essas despesas - já apelidadas de “Bidenconomics” - serão pagas.


Fechando a conta


A proposta de Biden é financiar a maior parte das mudanças e assistências sociais propostas por meio de uma reforma tributária, que elevaria os impostos sobre pessoas físicas e jurídicas consideradas de alta renda (que vão desde aqueles com renda acima de US$ 200 mil por ano até os milionários, no caso das pessoas físicas), de modo a aumentar a arrecadação. Grandes empresas, por exemplo, passariam a pagar um imposto de 28%, 7 pontos percentuais a mais quando comparado aos 21% definidos por Trump (mas ainda distante dos 35% da Era Obama). A expectativa é que essa reforma venha a arrecadar cerca de US$ 700 bilhões ao ano. Ademais, ainda se deseja aumentar a taxa mínima sobre lucros estrangeiros⁵ para 21% (valor que antes correspondia a 10,5% no governo Trump), e oferecer um incentivo fiscal de até 10% para investimentos na produção nacional.


A política fiscal expansionista proposta por Biden pode parecer um pouco radical à primeira vista e com certeza não vai cobrir todos os gastos, o que aumentará a dívida pública dos Estados Unidos. A expectativa é que, com as medidas de Biden e os resquícios da pandemia, o débito passe a corresponder a cerca de 10,3% do PIB até o fim do ano fiscal de 2021, sendo que, segundo a Trading Economics, esse valor estava em torno de 7%. Entretanto, o próprio mercado já mostrou que essa política é plausível, dado que a demanda por títulos públicos norte-americanos continua existindo (os títulos do tipo bonds⁶, inclusive, tiveram um aumento de procura a partir de março de 2021), mesmo sem alta de juros no momento. A expectativa é que a taxa de juros aumente apenas daqui a algum tempo, pois o governo dos Estados Unidos deseja uma inflação maior no momento para recuperar o crescimento e gerar mais empregos no pós-crise. Ainda assim, os investidores não veem o aumento da dívida neste caso como um aumento de risco fiscal, principalmente por questões de credibilidade, e acreditam que o país pode conseguir controlar sua inflação compensando-a com a produtividade (pela geração de empregos e estímulos) e redução de custos que os planos pretendem trazer.


Falando mais especificamente sobre o comportamento e cotação do dólar, a secretária do Tesouro escolhida por Biden, Janet Yellen (ex-presidente do FED, o Banco Central norte-americano) já disse que o governo não pretende enfraquecer a moeda estadunidense para favorecer produtos exportados, como defendia a equipe de Trump. A ideia que o governo Biden propõe é que o valor do dólar seja determinado pelos mercados, e não necessariamente pela vontade do governo. Isso tende a ser uma notícia ruim para mercados emergentes como o Brasil, tendo em vista que a fraqueza do dólar⁷ tende a favorecer ativos muito atrelados à moeda estrangeira, como as commodities. Contudo, não é apenas no quesito econômico que o Brasil corre o risco de ter relações estremecidas com os vizinhos do Norte.


Para além da “terra da liberdade”


Quando se fala em políticas exteriores, o principal objetivo de Biden é voltar a ter boas relações com os órgãos internacionais, adotando uma postura conciliatória, em contraste com o governo anterior, que rompeu com diversas organizações. Os primeiros alvos de reconciliação são a Organização Mundial do Comércio (OMC), a Organização Mundial da Saúde (OMS) e a Organização das Nações Unidas (ONU) – todos estes organismos multilaterais que Trump atacou ou rompeu com ao longo de seu mandato. O objetivo é recuperar o apoio dessas instituições para que os Estados Unidos tenham força para adotar medidas sociais e ambientais em escala global. Dentre as medidas que Biden pretende adotar para a pandemia, a nova política de imigração e recebimento de refugiados e o retorno ao Acordo de Paris⁸. No entanto, como o governo está nos seus 6 primeiros meses, ainda não houve tanto avanço e há um caminho longo até a reconstrução dessas relações.

Além dessas estratégias gerais, o novo presidente possui planos para as futuras relações com países e regiões específicas, sendo o Oriente Médio, principalmente o Irã, um dos principais pontos de atenção. Biden, desde o momento em que foi eleito, disse que estava disposto a voltar a fazer negociações sobre o Acordo Nuclear⁹, caso o Irã voltasse a cumprir os combinados que abandonaram após o ex-presidente Trump rejeitar o documento. O presidente também disse querer acabar com os conflitos no mundo árabe, mas, de janeiro até agora, já se juntou à lista de presidentes que ordenaram ataques e bombardeios nessa região, de forma que ainda há dúvidas sobre como essa situação vai se desenrolar na Era Biden.


Por outro lado, se Biden a princípio tem uma postura diferente da que Trump adotava frente ao Oriente Médio, ela não é tão distinta quando se trata da China. O democrata pretende “tomar medidas agressivas” contra a potência asiática, mantendo a política da Trade War iniciada em 2016. Biden quer lutar contra o que ele e o governo consideram uma “concorrência desleal” adotada pelos chineses, mantendo as tarifas e impostos implementados por Trump no mandato anterior, apesar de muito provavelmente rever alguns dos valores. Seus pacotes econômicos são, inclusive, não apenas uma estratégia de combate à pandemia, mas também uma tentativa de alcançar os chineses em campos importantes de inovação, e que atualmente eles dominam, como o de energia limpa. Atualmente, se tudo se manter como está, a China não demora a passar os Estados Unidos, e isso é algo que nenhum presidente norte-americano deseja.


No entanto, muitos se perguntam como ficarão as relações com o Brasil. Não é segredo que o atual presidente Jair Bolsonaro simpatizava mais com as posturas e propostas de Trump do que as de Biden. Ainda assim, especialistas afirmam que a relação entre os dois países não será tão abalada como muitos estão pensando. Isso se dá principalmente pelo fato de Biden querer assumir essa postura mais conciliadora no exterior e pelo mercado financeiro brasileiro estar muito integrado ao norte-americano.


Entretanto, essa postura conciliadora e a integração de mercados não querem dizer que o novo governo dos Estados Unidos não tenha críticas ao governo brasileiro. Biden já teceu comentários públicos bem duros ao presidente do Brasil, principalmente sobre as questões ambientais, afirmando que o país poderá enfrentar “consequências econômicas significativas” caso a destruição da Floresta Amazônica não seja freada, o que já desperta um sinal de alerta para um governo que estava tão próximo de Donald Trump.


Pode-se concluir, então, que Biden tem algumas políticas parecidas com as do governo anterior, mas a maior parte delas, seja no âmbito econômico, social ou externo, busca uma vertente bem diferente do que os Estados Unidos estavam seguindo nos últimos quatro anos. Dessa forma, é por isso que se espera que o novo presidente democrata enfrente alguns entraves para concretizar seus planos.


Pedras no caminho - e no sapato - de Joe


Um dos principais obstáculos que Biden pode enfrentar é a aceitação do próprio Congresso, composto pela Câmara e pelo Senado. Mesmo a maioria do Senado atual sendo a favor do partido democrata (já que o partido tem o apoio de dois senadores que são independentes e também o voto de Minerva do Senado, que é da vice-presidente Kamala Harris), é necessário que uma maioria qualificada de 60 senadores dos 100 aprove qualquer medida que o presidente queira pôr em prática, o que significa que Biden precisa da aprovação de, obrigatoriamente, 10 republicanos.



Assim, nem todas as medidas que foram encaminhadas para votação serão aprovadas sem algumas alterações. Além disso, pode ser que a maioria democrata não dure muito tempo: daqui a dois anos, os norte-americanos voltarão às urnas para votar em novos nomes para o Congresso, o que pode ser uma ameaça aos planos de Biden, que corre o risco de ter suas propostas “bloqueadas”, assim como Obama e Clinton enfrentaram após essa votação em seus respectivos mandatos.


Ademais, também existem polêmicas envolvendo algumas posições defendidas por Biden, devido a acontecimentos anteriores na vida política do atual presidente. Alguns acham no mínimo estranho Biden se dizer contra xenofobia e defender que os imigrantes sejam bem recebidos e bem cuidados, dado que ele participou como vice-presidente do governo que mais deportou imigrantes nos últimos anos. O esforço conciliatório da política externa também vai contra o histórico de defesa de Biden das operações no Oriente Médio durante o governo de Barack Obama.

Dessa forma, Joe Biden ainda divide opiniões nos Estados Unidos e fora deles. Apesar de um começo promissor, não se pode ter certeza de que suas medidas terão o efeito esperado, mas este de fato será um governo que vai buscar ir contra a maior parte do que Washington vinha defendendo pelos últimos quatro anos, o que pode significar certa resistência por parte da população e do Congresso. Resta agora esperar para ver se as mudanças realmente conseguirão “reconstruir melhor” os vizinhos do Norte e, mais importante, quais efeitos poderão surgir na política e na economia brasileiras diante das novas diretrizes de um dos países mais poderosos e influentes do mundo.


Glossário

  1. Colégio Eleitoral: órgão formado por um conjunto de eleitores, representando diferentes organizações, regiões ou entidades, com cada organização, região ou entidade representada por um número determinado de eleitores ou com votos ponderados de uma maneira particular, com o poder de um corpo deliberativo para eleger alguém a um posto particular.

  2. transição verde: realização de mudanças na organização das indústrias e da produção, de modo que estas passem a prejudicar cada vez menos o ambiente (trocar de energias não-renováveis para renováveis, por exemplo).

  3. rede de proteção social: entidades dos Estados Unidos que ficam responsáveis por garantir o direito da população à saúde e à assistência social.

  4. "Obamacare": nome pelo qual ficou conhecido o Affordable Care Act (ACA), a "lei de atendimento médico financeiramente acessível", que surgiu no governo Obama, com o objetivo de tornar os planos de saúde mais baratos e prestando uma gama maior de atendimento.

  5. lucros estrangeiros: lucro que empresas estrangeiras ou produtos estrangeiros fazem ao serem vendidos nos Estados Unidos.

  6. fraqueza do dólar: quando o dólar se desvaloriza, outras moedas tendem a ficar mais fortes, logo o preço desses ativos tende a aumentar, já que a demanda pelos mesmos cresce com o resto do mundo vendo que seu poder de compra elevou-se com as suas moedas mais fortes.

  7. bonds: títulos de renda fixa no exterior, emitidos por empresas ou países para arrecadar dinheiro no mercado para financiar projetos ou atividades em troca de juros aos investidores.

  8. Acordo de Paris: tratado no âmbito da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre a Mudança do Clima (CQNUMC), que rege medidas de redução de emissão de gases estufa a partir de 2020.

  9. Acordo Nuclear: assinado em 2015 junto com Rússia, China e potências europeias, é um acordo dos Estados Unidos que permite que o Irã prossiga no desenvolvimento de seu programa nuclear para fins comerciais, médicos e industriais, em linha com os padrões internacionais de não proliferação de armas atômicas.



Bibliografia


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